A
violência contra criança e adolescente é um tema recorrente na mídia. Atualmente, esse
problema vem se alastrado cada vez mais, especialmente no Brasil. As vítimas mais frequentes são crianças e os adolescentes,
entre a faixa etária entre 13 e 17 anos de idade, principalmente do sexo
feminino.
A violência infanto-juvenil
encontra-se inserida dentro um contexto histórico-social, devido aos altos
índices de incidência e as sérias conseqüências que este fenômeno de tremenda
brutalidade, trás à vida das vítimas e de sua família. Essas manifestações praticada de forma
brutal contra a criança, são responsáveis por seqüelas que podem acompanhar a
sua vida, com reflexos no campo físico, social e psíquico, justificando o
envolvimento de profissionais de várias áreas na busca de alternativas capazes
de minorar os danos.
Esse ato pode ser
definido como o envolvimento de crianças e adolescentes dependentes e imaturos
quanto ao seu desenvolvimento em atividades sexuais que não têm condições de
compreender plenamente e para as quais são incapazes de dar o consentimento
informado ou que violam as regras sociais e os papéis familiares. Incluem a
pedofilia, os abusos sexuais violentos e o incesto, sendo que os estudos sobre
a frequência da violência sexual são mais raros dos que os que envolvem a
violência física.

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